quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Câncer de mama: é preciso falar disso


O câncer de mama é o mais prevalente na população feminina, representando quase 25% de todos os tipos de câncer diagnosticados nas mulheres. No Brasil, a doença corresponde à principal causa de mortalidade da população feminina. O Santa Clara Responde de Outubro tem como intuito promover a conscientização sobre o câncer de mama, com a participação do mastologista Dr. Raphael Guimarães Bettero.
O especialista afirma que informações de qualidade, diagnóstico precoce e tratamento adequado são fatores fundamentais para a cura da doença. “O acesso à informação de qualidade é um aliado para o diagnóstico. A falta de informação faz com que sinais e sintomas suspeitos não sejam valorizados, a busca pelo atendimento médico seja atrasada e que o tratamento também seja tardio”, relata o mastologista.
O Dr. Raphael atenta para alguns fatores de risco, como: início precoce da menstruação, menopausa tardia, mutações genéticas, ganho de peso após a menopausa, consumo excessivo de bebida alcóolica e parentes de primeiro grau que têm o diagnóstico da doença. “Independentemente dos fatores de risco do câncer de mama, o diagnóstico precoce é fundamental. Quanto mais cedo conseguirmos fazer o diagnóstico, maior é a chance de um tratamento conservador, menos agressivo e de a paciente retornar mais rápido para suas atividades normais”, esclarece o médico.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a mamografia como exame de rastreamento deve ser iniciada aos 40 anos, em populações de baixo risco. “Mulheres que têm médio ou alto risco devem discutir com seu mastologista quando é necessário iniciar esse exame e qual é a periodicidade que deve ser realizado”, recomenda o especialista.
O médico explica que os conhecimentos sobre o comportamento do câncer de mama evoluíram muito nos últimos anos e que foram desenvolvidas novas tecnologias, para assegurar o aperfeiçoamento do combate à doença. “Garantir que esses novos conhecimentos sejam traduzidos em benefício para o dia a dia das pacientes é o que deve ser esperado do médico”, finaliza do Dr. Raphael Bettero.

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Oleh

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