segunda-feira, 15 de julho de 2019

Por que os homens ainda vivem menos do que as mulheres?


A cada três pessoas adultas que morrem no Brasil, duas são homens. Eles vivem menos do que as mulheres e têm maior incidência de doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão arterial mais elevada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os homens vivem, em média, 4,4 anos a menos do que as mulheres e uma das principais causas do número de óbitos é o costume de recorrer ao médico apenas quando a doença está em um estado avançado. Além do hábito de consultar especialistas com pouca frequência, os homens consomem, de acordo com a OMS, cinco vezes mais tabaco do que as mulheres, um grande fator de risco para diversas doenças.

A importância do check-up
            A realização periódica de exames regulares é essencial para quem pretende manter a saúde em dia, pois a descoberta precoce de certas doenças é importante no processo da cura. Mesmo diante dos inúmeros benefícios deste procedimento, muitos homens só procuram auxílio médico quando já estão seriamente doentes.
Homens com idades entre 45 e 55 anos são aconselhados a realizar um check-up pelo menos uma vez ao ano. “A avaliação anual é importante para diagnosticar possíveis patologias em sua fase inicial, que podem ser tratadas da melhor maneira ou mesmo serem evitadas”, afirma o urologista do Hospital Santa Clara, Dr. Eliezer Narciso.
Dentre os exames do check-up estão: hemograma, creatinina, glicemia, colesterol total e fração, triglicérides, ácido úrico, urina rotina, fezes (parasitológico), parte renal, eletrocardiograma, ergométrico, raios-x do tórax, entre outros. E com relação a saúde do homem, o Antígeno Prostático Específico (PSA) e exame do toque retal.
O especialista enfatiza a importância deste acompanhamento. “Inúmeras patologias podem ser detectadas precocemente através do check-up preventivo. Outras tantas, crônicas ou não, podem ter seu curso alterado de forma a proporcionar uma adequada qualidade de vida aos pacientes, que assim podem controlar melhor as manifestações das mesmas e evitar o surgimento de complicações futuras. Portanto, é de extrema importância realizar a avaliação com periodicidade adequada”, alerta.

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Oleh

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