segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Engenharia Civil: a constante atualização profissional é essencial na área


Com atuação na projeção, execução e no gerenciamento de obras e construções, o profissional de Engenharia Civil encontra nessa área um mercado amplo. Ele está presente em setores como: construção civil e urbana, rodovias e transportes, saneamento, estruturas e fundações, e solo. Dados da Educação Superior levantados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apontam que, somente no ano passado, mais de 44 mil pessoas se formaram nessa profissão.
Mesmo ligada diretamente às ciências exatas, o profissional que deseja destaque na carreira de Engenharia Civil deve se manter sempre atualizado e buscar outros atributos. É o caso do ex-aluno da Uniube Uberlândia, André Carneiro. Atualmente, o egresso trabalha com infraestrutura predial (de construção até reformas e ocupação) na Petrobrás e diz que o planejamento é essencial para o sucesso.
“Quando iniciei os estudos pela Uniube atuava como técnico em edificações pela Cemig, e trabalhar na área permitiu um aproveitamento muito mais amplo dos conhecimentos ministrados na Universidade. O horário noturno foi determinante para a escolha da Uniube, pois permitia conciliar a movimentada rotina do trabalho com o estudo”, conta.
Mesmo depois de concluir o curso, André não parou de estudar. Fez pós-graduação e, atualmente, estuda pela modalidade de ensino a distância para conciliar com os outros compromissos e não deixar de se atualizar. “Acredito que calibrar planejamento, ousadia e disciplina leva a bons resultados. Planejamento para delimitar o que é sucesso e o que me fará sentir um profissional de sucesso. Ousadia para buscar e criar oportunidades, seja em Minas Gerais, seja no Brasil ou em qualquer outro país. Disciplina com as ações e decisões tomadas, pois é fundamental monitorar as realizações que levarão ao planejado sucesso”.
André acredita que o ramo da Engenharia tende a ser cada vez mais positivo e promissor. “O que sempre me chama a atenção é a grandiosidade da engenharia, seja civil ou de qualquer outra área, pois tecnologia, inovação e criatividade combinam com qualquer momento da sociedade, seja com muito recurso à disposição para aplicar na superação de barreiras, ou seja necessário ultrapassar crises”, conclui.

Destaque na Região
Dentre as universidades privadas avaliadas pelo Exame Nacional de Desenvolvimento de Estudantes (Enade), a Uniube Uberlândia é considerada a melhor na região. A avaliação é aplicada aos alunos por uma prova de componente de formação geral e uma de componente específico.
“Na civil é comum que as questões sejam muito práticas, apesar de a avaliação ser teórica. Isso remete obrigatoriamente o aluno para uma imersão no canteiro de obras. E é esse o conceito que temos levado para a sala de aula com boas doses de visitas técnicas no nosso canteiro de obras”, esclarece o coordenador do curso em Uberlândia, professor Carlos Barreiro.
Ainda sobre o contato prático durante a graduação, o professor afirma que no novo campus da Universidade, o Marileusa, os alunos possuem à disposição um enorme canteiro de obras. “Isso porque o bairro está em pleno desenvolvimento, com inúmeras obras e temos proximidade com todas as empresas que desenvolvem projetos aqui. Deste modo, temos muitas oportunidades de visitas técnicas e a facilidade de acesso aos estágios (não obrigatório e obrigatório) ”, continua.
Para o diretor, a quantidade de engenheiros civis formados no Brasil ainda é baixa. A maioria das cidades de médio e de grande porte cresce insistentemente, aumentando as necessidades de investimento nas áreas específicas da formação, como: estruturas e edificações, trânsito e transportes e meio ambiente e saneamento básico, trazendo, consequentemente, boas perspectivas para a cadeia produtiva da construção civil.
“Estamos vivendo a era da tecnologia e das transformações e não há mais data para encerrarmos os estudos como antigamente. O conhecimento se torna obsoleto em curto espaço de tempo e, portanto, parar de estudar definitivamente não é uma boa opção! A necessidade de autodesenvolvimento e de autoformação tornou-se obrigatória e o setor produtivo espera por profissionais que busquem essa postura. Isso faz com que empresas e profissionais de sucesso tenham que se reinventar continuamente”, finaliza.

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Oleh

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