segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Bibliotecárias da Uniube contam um pouco do trabalho que desempenham


Muitos desconhecem as reais funções delas. Alguns até cruzam com frequência em meio as seções de livros, mas nunca tiveram a oportunidade ou a curiosidade de saber quem são e o que fazem. O dicionário as define como profissionais que administram uma informação, tornando-a acessível. Estamos nos referindo as bibliotecárias, mais especificamente de Tatiana e Cláucia, que trabalham na Uniube em Uberaba e Uberlândia. Na Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, conheça o trabalhas dessas duas mulheres. 
Elas catalogam, fazem treinamentos para consultas às bases de dados, orientam sobre as normas técnicas, selecionam materiais, analisam quais estão obsoletos ou inutilizados e, além de tudo, avaliam como os usuários utilizam os livros. Elas podem promover a direção, conservação e o funcionamento de uma biblioteca ou uma Unidade de Informação. “Sem bibliotecário não há como recuperar a informação de forma objetiva e ágil. Somos organizadores da mesma. Um bibliotecário não atua apenas em Bibliotecas. Esse é o local mais comum, mas podemos atuar em Centros de Documentação, Arquivos, Editoras e Publicadoras, Galerias de Arte, Museus de Arte, serviços como autônomos (consultoria e assessoria especializada) ”, explica Tatiana da Silva Viviane, que há 5 anos trabalha na biblioteca do campus Aeroporto.
Um bibliotecário pode ser bacharel, mestre ou doutor em Biblioteconomia ou Ciência da Informação. Além de todas as funções descritas, o profissional da área deve se manter sempre atualizado, principalmente frente às novas tecnologias. “O Bibliotecário é uma ponte entre o homem e o conhecimento gerado pela sociedade, que soma, contribui, reuni e ajuda pessoas de todas as áreas, sendo um facilitador da informação mais precisa e ágil. Não somos guardiões de livros. O nosso papel é buscar, organizar e disseminar a informação nos mais diversos suportes e em qualquer setor que precise de informação organizada. O livro em papel é apenas um dentre as várias informações que devemos gerenciar”, diz Cláucia Denardi, que trabalha na Uniube Uberlândia.  
Mais que uma profissão em comum, Cláucia e Tatiana também concordam que a maior dificuldade do bibliotecário é o reconhecimento. “A maioria da população desconhece que para ser bibliotecário é necessário ensino superior e que tem o Curso de Biblioteconomia. Nos programas governamentais criam-se bibliotecas, mas não condicionam, em sua maioria, a colocação de bibliotecários. Os próprios profissionais em exercício que, infelizmente, se acomodam as suas próprias situações. Há profissionais ausentes em suas associações, sindicatos e conselhos de classe. Profissionais que não atuam de forma cooperativa”, esclarece Tatiana.
As bibliotecas da Uniube possuem um acervo com mais de 67 mil exemplares. Para obter mais informações acesse: http://www.uniube.br/biblioteca/novo/

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Oleh

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