terça-feira, 4 de setembro de 2018

Cada vez mais viciados, brasileiros sofrem a consequência do uso prolongado de smartphones



 É cada vez mais frequente o uso de tecnologias por longos períodos. De acordo com o levantamento da Statista, uma empresa de estatísticas, o tempo médio de uso do smartphone mais do que dobrou nos últimos quatro anos. Sendo assim, a média dos brasileiros é a mais alta do mundo: 4 horas e 48 minutos online. Em decorrência disto, as doenças posturais têm aumentado com muita frequência.
As principais consequências do uso prolongado do celular são as dores no pescoço, coluna, nos braços, nos ombros, costas e até dor de cabeça. Isso acontece pela contração prolongada destes músculos, o corpo humano não foi feito para ficar tantas horas parado numa mesma posição. As dores musculares, que antes eram comuns só em pessoas mais velhas, agora afetam os jovens, pois muitos adolescentes usam o smartphone muito mais que as quatro horas apontadas na pesquisa. Nossos jovens estão cada vez mais sedentários.
O pescoço curvado para frente aumenta a pressão nos discos da coluna, diminuindo a lordose cervical e a musculatura fica contraída por muito tempo, reduzindo também a circulação do sangue nos músculos posteriores do pescoço. Ao usar o celular, tente deixa-lo na altura dos olhos para que o pescoço não fique contraído. Os pais precisam alertar os filhos e ensiná-los a usar o celular e computador de forma ergonômica. De 30 em 30 minutos é preciso se levantar, movimentar-se e até fazer alongamentos para evitar dores.

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4/ 5
Oleh

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