sexta-feira, 6 de julho de 2018

No Dia Mundial do Chocolate, especialista dá dicas para o consumo saudável da iguaria


Quando consumido de maneira adequada, chocolate contribui para o bom funcionamento do organismo, alívio do estresse e o controle da ansiedade

Ao leite, meio amargo, crocante, em forma de barra, bombom, sorvete, calda ou creme, entre tantas outras variações, o chocolate, que agrada quase todos os paladares, é celebrado no próximo dia 7 de julho, Dia Mundial do Chocolate. Não se sabe ao certo o motivo da escolha da data, no entanto, acredita-se que ela marcou a introdução do chocolate na Europa, por volta do século XV - até então, a iguaria era conhecida e utilizada pelas civilizações originárias da América, como os Maias e Astecas. De qualquer forma, nada melhor do que aproveitar o dia para degustar essa maravilha e também presentar amigos e familiares.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, o chocolate, se consumido sem exageros, traz inúmeros benefícios à saúde. Segundo Sarah Mansur, nutricionista da Vitallis, operadora de saúde vinculada ao grupo Keralty, é permitido aproveitar essa delícia, desde que a pessoa tenha atenção para a quantidade e o tipo. "O chocolate branco, por exemplo, possui uma quantidade elevada de gordura e açúcares. Por outro lado, os chocolates amargo e meio amargo têm quantidades inferiores desses ingredientes, portanto, são os mais indicados para consumo", alerta.
Sarah reforça ainda que os chocolates são ricos em antioxidantes, vitaminas do complexo B e triptofano. Entre os seus benefícios estão o alívio do estresse, o controle da ansiedade e a melhora dos sintomas da tensão pré-menstrual (TPM). "Ele também ajuda na concentração, na prevenção do envelhecimento e ainda é uma grande fonte de energia, para uma atividade física por exemplo", completa.
Para os que não querem abusar das calorias, ou que são alérgicos, celíacos ou intolerantes à lactose, hoje é possível encontrar no mercado –inclusive no Verdemar– alternativas como chocolates à base de soja (alfarroba), diet, light, sem glúten, sem lactose e até mesmo orgânico e à base de açúcar de coco.
“Em função do aumento da procura por esse tipo de produto, as indústrias criaram uma forma de atender aos desejos do consumidor. Mas todos devem ser consumidos na mesma quantidade que o chocolate comum, sem exageros”, alerta Sarah. "O ideal é o equilíbrio. Seja para qualquer tipo de chocolate, mesmo os ditos "saudáveis", o consumo exagerado pode desencadear problemas logo após a sua ingestão, tais como enxaqueca, diarreias e outros distúrbios gastrointestinais", finaliza.

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Oleh

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