terça-feira, 6 de março de 2018

Algar Tech promove hackathon sobre biometria de voz



Desafio teve duração de 336 horas. Desenvolvedor da solução vencedora recebeu R$ 15 mil

O segundo hackathon da Algar Tech - multinacional brasileira que integra soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom - teve como desafio o desenvolvimento de uma solução de biometria de voz. Três profissionais do ecossistema de inovação de Uberlândia (MG), considerados "talentos extraordinários", tiveram duas semanas (336 horas) para criar as aplicações, que foram apresentadas no último dia 22 de fevereiro, no Innovation Lab da companhia. O prêmio para o vencedor foi de R$ 15 mil.
A biometria de voz é uma tecnologia que possibilita a autenticação da identidade por meio de reconhecimento vocal. O recurso pode ser usado como ferramenta de relacionamento com o cliente, para tornar o atendimento mais ágil e seguro. O desafio lançado pela Algar Tech foi a criação de um protótipo que será aprimorado para, no futuro, ser implantado de forma massiva nas operações da companhia.
O vencedor foi o programador Matheus Gaia Scandiffio. A solução por ele apresentada foi escolhida por uma banca de jurados, composta por especialistas da Algar Tech e do mercado. Matheus acredita que a maior vantagem desse tipo de iniciativa de inovação aberta é o conhecimento. "O desafio nos leva a aprender novas tecnologias. Eu, por exemplo, nunca tinha trabalhado com biometria de voz. Foi um tema totalmente novo", contou.

Dinâmica
Os participantes tinham a opção de trabalhar sozinhos ou recrutar, por conta própria, uma equipe para ajudar no desenvolvimento. Matheus contou com a ajuda de um amigo. "Foi bastante cansativo, porque todo o desenvolvimento foi feito fora do horário de expediente", contou. E não foi a primeira vez. Ele já participou de outros desafios como este. "É muito legal, porque também temos a oportunidade de trocar ideias com outras pessoas da área. Além do aprendizado, o networking é outro ponto positivo", concluiu.
Bruno Cézar de Oliveira e Ricardo Martins Costa foram os outros desenvolvedores que participaram do hackathon. Cada um recebeu um recurso de R$ 2 mil para ajudar a viabilizar o trabalho. Também foram realizados encontros pontuais com os organizadores para acompanhamento e instruções, além da apresentação final. Os critérios de avaliação foram: funcionamento da aplicação, qualidade da arquitetura da tecnologia, documentação do código de desenvolvimento.

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Oleh

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