terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Conheça a trajetória das atrizes de "Lifting, Uma Comédia Cirúrgica"

Os ingressos estão sendo vendidos a preço promocional até o dia 31 de dezembro 

Rir de si mesma. É assim que quatro mulheres se reúnem para apresentar os conflitos com o próprio corpo enfrentados pelo sexo feminino. Na pele das atrizes Drica Moraes, Angela Rebello, Lorena da Silva e Luíza Pitta, o universo da vaidade feminina pode render boas gargalhadas. É o que acontece com a peça "Lifting, Uma Comédia Cirúrgica". As apresentações serão dias 3 e 4 de fevereiro, no Teatro Municipal de Uberlândia.
     Quem não quiser perder esta verdadeira comédia da beleza, pode adquirir os ingressos promocionais, que já estão sendo vendidos, no site megabilheteria.com e no Bouclé Salon (Avenida Francisco Galassi, 940 – Morada da Colina). A promoção vai até o dia 31 de dezembro, com valores a R$60 a inteira e R$30 a meia. No começo de janeiro de 2018, estes valores serão alterados.
      Unidas pelo afeto e alegria do fazer teatral, as atrizes Ângela Rebello, Drica Moraes, Lorena da Silva e Luísa Pitta estão juntas nessa primeira montagem brasileira do elogiado texto escrito pelo espanhol Félix Saboroso. Conheça um pouco sobre a trajetória de cada uma dessas personagens, que promete transformar a tragédia conflituosa da vaidade feminina em grande comédia. 

Drica Moraes
            Drica é uma das fundadoras da Cia dos Atores, um dos grupos teatrais de maior destaque no país. Com a Cia, participou de espetáculos como Notícias Cariocas, O Rei da Vela, Melodrama, A Morta e Pianíssimo, recebendo vários prêmios.
            Em 1996, numa passagem pela dramaturgia da Rede Manchete, integrou o elenco da novela Xica da Silva, como a terrível e diabólica Violante, que lhe valeu o prêmio APCA de Melhor Atriz daquele ano. Quatro anos depois, na Globo, foi antagonista em O Cravo e a Rosa. Participou de Desejos de Mulher, Chocolate com Pimenta como a inesquecível Márcia com o bordão “Sou chique bem” e Alma Gêmea.
     Foi protagonista na novela Era Uma Vez (1998). Em 2008, estreou no Festival de Curitiba seu primeiro monólogo, A Ordem do Mundo, pelo qual foi indicada pela terceira vez ao Prêmio Shell na categoria de Melhor Atriz. A premiação é considerada a mais importante no teatro.
        Drica passou um tempo afastada das telinhas e dos teatros para tratamento contra o câncer. Voltou à TV, já recuperada, em fevereiro de 2011. Em 2012, esteve na minissérie Dercy de Verdade. No mesmo ano, voltou às novelas no remake de Guerra dos Sexos. Em 2014, entra no elenco de Doce de Mãe. Desde então, segue atuando em grandes papeis em novelas e séries. Esse ano foi escalada como protagonista, ao lado de Fábio Assunção, da minissérie A Fórmula.
     Participou de outras grandes novelas, como: Império (2014), Verdades Secretas (2015), Justiça (2016).

Ângela Rebello 

           Formada em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). Como atriz profissional desde 1978, mantém intensa atividade no teatro, além de trabalhos em cinema e TV.
            Por muitos anos, integrou o Grupo Pessoal do Despertar, dirigido por Paulo Reis, e o Grupo Pessoal do Cabaré, dirigido por Buza Ferraz. De 1989 a 2004, morou em Madri (Espanha), onde atuou no café-concerto "Perigosas Peruas", espetáculo em que assina o roteiro e a direção, ao lado da atriz Rosa Douat.
            No cinema, fez "Iluminados", (2003); "O Filho Predileto", (2000); "Miramar", (1996); "Amor Vagabundo",(1986); "Nunca Fomos Tão Felizes",(1982); "Vista para o Mar (1979).
Na televisão, atuou em Novo Mundo (2017), Amor à Vida (2013), Gabriela (2012), Aquele Beijo (2011) Desejo Proibido (2007), Paraíso Tropical (2007), "A Lua Me Disse" (2005), "Suave Veneno" (1999) ,"Salsa e Merengue" ( 1997), "Primo Basílio", minissérie de Gilberto Braga, 1988.
  
Lorena da Silva
            Lorena da Silva é atriz, produtora, professora, diretora e autora. Formou-se em Interpretação pela Uni-Rio, em 1985, e no Conservatório de Paris, em 1990, além de Mestrado em Artes Visuais pela UFRJ. Sua empresa, L’acte, já produziu inúmeros espetáculos e intercâmbios com autores e diretores europeus. Em 1988, viajou para França e fez um estágio no Théâtre du Soleil, sob a direção de Ariane Mnouchkine. Apresentou-se no Festival Off de Avignon, em 1989, e em Amsterdam, em 1990.
            Em 1994, foi a Rainha Gertrudes na peça "Ham-let". Em 1996, foi a protagonista de "Anjo negro". Em 1998, foi uma das protagonistas (Irina) na peça "As Três Irmãs". De volta a Paris, em 1999, foi a protagonista em "Toda Nudez Será Castigada", em que sua atuação foi um dos destaques do Festival de Avignon daquele ano. Em 2003, foi protagonista da peça “Ivone, princesa da Borgonha”.
            Em 2006 atua em “Eu nunca disse que prestava”. Em 2006, participa de “Hedda Gabler”. Em 2007 e 2008 fez a turnê de “Ensaio. Hamlet” adaptação de” Hamlet” de Shakespeare e “Gaivota-Tema para um conto curto” adaptação da peça “A Gaivota”, pela França, Espanha, Portugal, Colômbia, Canadá e Japão. Em 2009 atua em “Bodas de Sangue”. Em 2010 faz a dramaturgia do espetáculo “Escola de Molières”. Em 2011 atua em “Um estranho casal” e “Gaivota- Tema para um conto curto" em turnê pela Holanda, Bélgica e França.
            Em 2015 atua em “Vianinha”. Em 2017, é autora, diretora e atua no monólogo “A Mulher Ideal”. Em 2017 atuou em “O garoto da última fila”.Na televisão: 2003 – Kubanacan, Mulheres Apaixonadas, 2004 - Carga Pesada, 2005 - Belíssima, 2006 - Pé na Jaca, 2007 - Páginas da Vida, O Profeta, A Grande Família, A Diarista, 2008 – Fantástico, 2009 - A Grande Família, 2011 - Força-Tarefa, 2012 - Gabriela, 2015 – Babilônia, A Regra do Jogo.

Luísa Pitta
            Atuou no filme “O Som e a Estrada”, de Luana Macedo, no qual ganhou o prêmio de Melhor Atriz na Mostra Brasiliana do Festival Curta Vale 2014. Atuou também no filme “Tejo Mar”, de Bernard Lessa. No mesmo ano, também integrou o elenco da novela “Em Família”, da Rede Globo. Em 2015, esteve na telinha na novela “Sete Vidas”. Para o Canal Brasil, esteve em “Na Trilha de Macunaíma”, da Cia Mulungu e Oswaldo Montenegro.
 No teatro, realizou “Controlador de Tráfego Aéreo”, direção de Moacir Chaves. Participou, também, dos espetáculos “Entrelace” e “Ciranda”, ambos de teatro-dança, com direção de André Elias. Como bailarina, integrou, em Paris, o espetáculo “Atelier D´Exploration Artistique”, da Cie À Fleur de Peau.

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Oleh

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