terça-feira, 3 de outubro de 2017

BIM volta a ser discutido em reunião do Sinduscon-TAP como ferramenta de sobrevivência para o setor

A reunião de diretoria do Sinduscon-TAP desta quinta-feira, realizada na sede da Fiemg, contemplou assuntos de relevância para o setor da construção civil. O presidente do Sinduscon-TAP, Pedro Spina apresentou o diretor da Zillion Tecnologia, Robson Xavier que na ocasião falou sobre a era do BIM - Building Information Modeling e o advogado Juliano Gomes sobre o fim contribuição sindical, trazendo uma reflexão para o futuro dos sindicatos. 
        O diretor da Zillion, Robson Xavier mostrou a necessidade das construtoras adotarem a plataforma BIM para melhorar a gestão de projetos e obras de engenharia. Xavier explicou que a construção civil, precisa acompanhar a tecnologia e o BIM tem rompido paradigmas de produtividade, elevando o patamar de assertividade e confiabilidade dos projetos. “Não tem volta, o BIM será condição mandatória para qualquer empresa que deseja manter-se atuante na indústria da construção civil. Por isso, o setor precisa estar à frente do seu tempo, modernizar a obra acompanhando a TI. O mundo hoje é 3D”, ressaltou.
     Utilizando o BIM, engenheiros, arquitetos e planejadores conseguirão identificar facilmente as representações e informações disponíveis neste projeto, e incluir as partes que forem competentes a cada área. A ferramenta dá uma série de suportes, por exemplo, o desenho gera os quantitativos, com o BIM é possível realizar extrações automáticas de quantidades dos modelos, baseados nas fases planejadas. Hoje é possível a captura de realidade por laser scanning, entre outros.
Segundo o presidente do Sinduscon-TAP, Pedro Spina acredita que o BIM evita erros de coordenação, desperdício de material e retrabalhos desnecessários. “É preciso haver uma mudança cultural. Os empresários precisam entrar na era digital porque é uma questão de sobrevivência. Vemos a tecnologia em diversos campos e no nosso setor já chegou para aderirmos”, afirma. 

Contribuição Sindical

            O fim da contribuição sindical chega ao fim a partir de novembro. Na avaliação do presidente do Sinduscon-TAP, Pedro Spina, o pagamento sendo obrigatório ou não deve ser feito de uma forma consciente. “Quando a classe sente-se beneficiada pelo sindicato fica mais fácil de contribuir de alguma maneira. O mais importante nessa mudança é que os sindicatos precisam buscar novas receitas, novas fontes que não sejam relativas ao imposto sindical. Isso se dá por meio de serviços, palestras que promova conhecimento, feiras, cursos, entre outros. Trabalhamos para o fortalecimento do setor que está diretamente impactado pela fragilidade econômica em que o país atravessa.  A sustentabilidade dos sindicatos atuantes não pode depender exclusivamente de contribuições sindicais. Trabalhamos para inovar nesse sentido e continuar servindo a classe”, disse Pedro.

Compartilhar

Postagens Relacionadas

BIM volta a ser discutido em reunião do Sinduscon-TAP como ferramenta de sobrevivência para o setor
4/ 5
Oleh

Assine via e-mail

Adicionar o seu endereço de e-mail para subscrever .

Página inicial