domingo, 27 de agosto de 2017

Erros mais cometidos pelos pequenos negócios no Facebook

Conheça as falhas nas mídias sociais que podem impactar a imagem de uma empresa 

Uma em cada três micro e pequenas empresas no Brasil possui página no Facebook. São mais de 2,1 milhões de páginas ativas de pequenos negócios nessa rede social (Fonte: Deloitte). Entre as vantagens dessa conexão estão a gratuidade da ferramenta, divulgação de produtos e serviços de forma instantânea e, principalmente, o relacionamento direto com o cliente. Mas quem está na rede deve ficar atento para não usar o canal de maneira equivocada e acabar prejudicando os negócios.
De acordo com o consultor Carlos Martins, uma promoção malfeita ou uma mensagem inadequada podem deixar o cliente insatisfeito e, consequentemente, induzi-lo a colocar a “boca no trombone” para manifestar a sua indignação. “Caso o cliente tome essa atitude, uma crise pode surgir. Outras pessoas poderão apoiá-lo compartilhando a reclamação, o que pode aumentar a exposição negativa da empresa”, explica  Martins.
            Para não correr o risco de manchar a reputação dos negócios, o consultor cita os sete erros mais comuns cometidos pelas micro e pequenas empresas no Facebook:
Falta de planejamento / estratégia: 
Alguns alegam não ter tempo, outros pensam que é desnecessário e há aqueles que julgam conhecer a plataforma o suficiente para “perder tempo” com tais atividades. Mas a verdade é que, independente se é no Facebook ou em qualquer outra rede social, o planejamento da estratégia (conteúdo, linguagem, mídias) e das ações (posts, anúncios, interação com os fãs) é indispensável para direcionar os esforços.
 Persona não definida: 
Para conhecer o público que se pretende atingir é necessária uma análise mais aprofundada sobre o perfil do seu “cliente ideal”. Sem essa definição, a  empresa estará “remando ao léu”, ou seja, realizando publicações ou fazendo anúncios para públicos que, possivelmente, não são clientes em potencial ou que não têm interesse pelo conteúdo.
 Pouco ou nenhum conhecimento das políticas de uso e regras para anunciantes: esse é um erro que pode ser fatal. Existem muitos pré-requisitos sobre a política de uso do Facebook e das regras para anunciante que, se não cumpridos, poderão gerar desde o bloqueio de funções da página até sua exclusão.
Desconhecimento sobre o algoritmo do Facebook: 
É uma falha bem comum. O Edgerank é o “sistema” que determina o funcionamento da rede social. Conhecê-lo é fundamental para não correr o risco de estar “falando para ninguém”.
Abandono de fanpages ou falta de atualização constante: 
Ambas as situações são ruins, pois dão brecha para que os clientes avaliem a página negativamente ou façam posts com críticas que produzam uma crise de marca. O ideal é acompanhar e atualizar a fanpage diariamente.
Não mensurar resultados: 
A maioria das fanpages não é verificada se o alcance orgânico ou a taxa de engajamento dos posts estão satisfatórios, se o lucro obtido com o anúncio cobriu os custos operacionais, se a taxa de rejeição está alta, entre outras mensurações.
Confusão de perfis (usuário comum x fanpage): 
Muitos empreendedores ainda criam o perfil da empresa na modalidade destinada ao usuário comum. Essa prática vai contra as políticas de uso da rede social e pode levar à inativação da conta. É possível migrar o perfil de usuário comum para uma fanpage, mas há muitas empresas que não sabem disso ou preferem continuar como estão. Por fim, vale lembrar que fanpage de empresa não é álbum de família.

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Oleh

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