terça-feira, 18 de julho de 2017

Conheça os filmes que serão exibidos na 1ª Mostra de Cinema Casa Aberta



Evento gratuito acontecerá de 26 a 30 de Julho no Ponto dos Truões em Uberlândia (MG).

Com patrocínio do Instituto Algar através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, a 1ª Mostra de Cinema Casa Aberta surge como parte do Programa Casa Aberta, do grupo de Teatro Trupe de Truões, que vem realizando ao longo dos anos diversas atividades artísticas com o intuito de fortalecer a sede do grupo, o Ponto dos Truões, como equipamento cultural de Uberlândia (MG). Além da exibição dos filmes de produtores e diretores de cinema da cidade, o evento contará com: exposições fotográficas e Food Trucks.

Confira a programação completa:
Onde: Ponto dos Truões – Av. Ana Godoy de Souza, 381 – Santa Mônica – Uberlândia

26-07-17 (QUARTA-FEIRA) – 20h
SOBRE O QUE ACONTECE QUANDO NOS ENCONTRAMOS – Memórias da Trupe de Truões
Documentário (2016) / Duração: 23’00”
Sinopse: “Sobre o que acontece quando nos encontramos: memórias da Trupe de Truões” apresenta algumas experiências de intercâmbio e trocas artísticas relacionadas às práticas de teatro de grupo que vem sendo desenvolvidas ao longo da trajetória da Trupe de Truões e seus 15 anos de existência. O documentário retrata as principais experiências artísticas do grupo relacionadas a criação do Programa Casa Aberta em 2013 e os encontros proporcionados por meio da execução de projetos ligados a este programa entre os anos de 2013 e 2016.
Direção, produção, argumento e roteiro: Paulo Morais
Assistente de produção: Andressa Gonçalves
Produção executiva: Amanda Barbosa
Captação: Thaneressa Lima, Paulo Morais e Trupe de Truões
Edição: Paulo Morais
Finalização e Autoração: Digiteca Filmes e Multimídia
Curadoria de trilha sonora: Ronan Vaz
Realização: Trupe de Truões

A FORÇA DO COLETIVO - ARTICULAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PRÓ-CATADOR SENAES
Documentário (2016) / Duração: 25’00”
Sinopse: "A FORÇA DO COLETIVO - ARTICULAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS PRÓ-CATADOR SENAES" reúne algumas das boas experiências brasileiras de projetos para fomentar a organização de cooperativas e associações formadas por catadores, ações essas desenvolvidas por entidades da sociedade civil e universidades em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária, do Ministério do Trabalho, e apoiadas pelo projeto Articula(Ação). Em seu processo de criação, foram mais de cinquenta entrevistas captadas em lixões, aterros, associações, cooperativas e instituições de cinco estados brasileiros.
Direção, captação e montagem: Thaneressa Silva e Lima
Direção de fotografia: Bertha Ruskaia e Thaneressa Silva e Lima
Direção de conteúdo: Equipe Unitrabalho
Produção Executiva: Bertha Ruskaia
Entrevistador / Pesquisador: Rodrigo Gonzaga
Captação de áudio: Bertha Ruskaia
Fotografia Still / Making of: Thaneressa Silva e Lima
Computação Gráfica, Finalização/Color: Carina Aguiar
Criação de Arte: Luana Oliveira
Trilha Sonora: Mariana Parreira
Mixagem/Masterização: Ademilson Ferreira Pinto
Consultoria: Isley Borges
Transcrição entrevistas: Neuda Lucia da Silva e Thavanna Silva e Lima
Autoração: Bruno de Oliveira

26-07-17 (QUINTA-FEIRA) – 20h
DE GRANDE OTELO PRA SEBASTIÃO
Documentário (2016) / Duração: 37’43”
Sinopse: O sujeito Sebastião como personagem principal da “obra” Grande Otelo. É neste viés que a documentarista Nara Sbreebow e o pesquisador Tadeu Pereira dos Santos traz para a linguagem audiovisual um pouco da história de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo. Com recortes e irregularidades, o documentário cria um diálogo com o Sebastião de São Pedro de Uberabinha e as pessoas que viveram e vivem na cidade onde nasceu o pequeno Otelo. Uma dança que vai e vem em rastros de memória que vão surgindo ao logo do filme, seja através de lembranças que vão sendo construídas, reinventadas por parentes, ou pela saudade daqueles que nunca o conheceram presencialmente, mas que se sentem representados por sua personalidade e arte enquanto negro. ‘De Grande Otelo pra Sebastião’ não é um documentário de homenagem a Grande Otelo, é um convite a reflexão da obra enquanto cidadão comum, cheio de traumas e conquistas como tantos outros jovens, velhos, adolescentes negros, pobres, de hoje. O que Sebastião nos quis dizer, ou ainda diz? Porque ele é tão contemporâneo?
Direção: Nara Sbreebow
Roteiro: Nara Sbreebow e Tadeu Pereira dos Santos
Montagem: Carina Aguiar
Produção: Janice Marques, Carol Bufeli e Laura Moreira
Direção de arte: Carina Aguiar e Carlos Gabriel Ferreira
Imagens: Lucas Cardoso
Produção: RTU/Dirco Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Coprodução: Ekobé Filmes

NA VIA DE BUDA
Documentário (2017) / Duração: 55’00”
Sinopse: Durante o Nehan Sesshin abade, monges e praticantes leigos vivenciam e narram a experiência do Zen Budismo e como ela vem sendo construída desde a chegada ao Brasil. É um documentário que convida as pessoas a conhecerem um pouco do budismo, mais especificamente do Rio Grande do Sul, e como essa prática vai tomando forma e fortalecendo-se nas três joias:  Buda, Dharma e Sangha. 
Direção, roteiro e fotografia: Nara Sbreebow e Thaneressa Shogen
Montagem: Thaneressa Shogen
Color Correction e abertura: Carina Aguiar
Tratamento de Áudio: Mariana Parreira
Áudio direto Viamão (POA): Clara Garcia
Áudio direto Uberlândia (MG): Mariana Parreira
Entrevistas Uberlândia:  Lucas Cardoso
Música adaptada: Juliana Penna Juntchi
Produção / Apoio: Ana Hosken, Cláudia Gonzales, Graziela Pascoli, Alice Gussoni, Monge Dengaku, Monge Koho, Monja Myoden e Monja Shoden.

 28-07-17 (SEXTA) – 20h
 DÁ PÁ VIRADA
Web série jornalística e documental (2017) / Duração: 70’00”
Sinopse: DA PÁ VIRADA, aprovado no PMIC Uberlândia/2015, é um projeto de mídia livre dedicado a produção de conteúdos audiovisuais sobre a cidade de Uberlândia numa perspectiva que rompe com a limitada estrutura da mídia tradicional que marginaliza situações, pessoas e conteúdos. Com 06 episódios com estética própria e tendo por parâmetro e inspiração iniciativas do cinema direto, experimental e de baixo custo, DA PÁ VIRADA visa contribuir com as reflexões sobre temas e questões do mundo contemporâneo em 6 Episódios:

1-ALÁFIA: fé e (in)tolerância
Direção: Isley Borges
Sinopse: Aláfia é tudo de mais maravilhoso. É melhor que Odara. É a posição do jogo de búzios na qual dezesseis deles caem abertos, sinalizando beleza, prosperidade, maravilhosidade. Aláfia é antídoto para as intolerâncias. Penetrando no âmago de terreiros de umbanda e candomblé uberlandenses, o curta-metragem objetiva debater a questão da intolerância religiosa com a religiosidade afro-brasileira. Três ialorixás são as personagens centrais de um enredo que coloca a descoberto o racismo à brasileira, mas também a beleza do culto aos orixás e às entidades negras e indígenas. Aláfia documenta África e Brasil, fé e crença, sensibilidade e mediunidade, éticas e estéticas religiosas.
2–Entre Ventos: um olhar sobre o ciclismo em Uberlândia
Direção: Bruna Freitas
Sinopse: "O meu movimento é limpo, pedalo entre becos e lugares onde motores não sentem a liberdade do sabor do vento. É uma escolha minha criar a minha própria forma de locomoção." "Entre Ventos" surgiu a partir da perspectiva de uma ciclista de Uberlândia, que busca relacionar ciclistas da mesma cidade em contato com o movimento e o trânsito urbano.
3- Colostro
Direção: Carlos Gabriel
Sinopse: O aleitamento materno é um ato de conexão. Peito é aconchego, amor e carinho, em que se desenvolvem vínculos de afeto e emoção entre mãe e criança. Nesta bolha de estereótipos sociais, contudo, a amamentação não é vista como uma fase dolorida, cheia de incertezas e frustrações. Neste momento de luta e resistência, muitos podem sugerir à mãe o uso de mamadeiras, chupetas, fórmulas ou até mesmo a retirada do peito, mesmo quando a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de dois anos de aleitamento materno, sendo os seis primeiros meses exclusivos. É por meio desta dicotomia – entre o duro e belo ato da amamentação; entre algo que nos é tão próximo, comum, mas fortemente preenchido de estigmas – que o minidocumentário “Colostro” é construído ao narrar as histórias de duas mães com diferentes experiências ao lado de seus filhos.
4-Coração de mãe
Direção: Gabriela Luz
Sinopse: Três mães falam da experiência de terem os filhos no sistema prisional. Elas não tiveram penas formais, mas, ao seu modo, carregaram o peso do cárcere. 
5-Às margens de si
Direção: Alanna Fernandes
Sinopse: Seu Manézim mora às margens da BR-050 há mais de 10 anos e sobrevive em condições precárias, sem saneamento básico, sem renda e sem energia elétrica. Em "Às margens de si" ele nos conta sobre as coisas que gosta, sua história e seu dia-a-dia.
6-Depois de jogar fora
Direção: Rodrigo Gonzaga
Sinopse: Em um cenário de aparente caos e desorganização, um grande e simples galpão de uma Associação de Catadores/as de materiais recicláveis em Uberlândia/MG, Roosevelt dos Santos trabalha junto com outros/as associados/as na triagem, classificação, processamento e comercialização de resíduos recicláveis e reutilizáveis. Roosevelt avalia as ações e os impactos da gestão dos resíduos sólidos e faz com que o espectador repense a forma como trata seu “lixo”.
Produção executiva e jornalista responsável: Raissa Dantas
Direção de fotografia: Yuji Kodato
Direção de som direto: Roberto Camargos
Captação de imagens: Bruna Freitas, Olivia Franco, Roberto Camargos, Yuji Kodato e Thaneressa Lima.
Captação de áudio: Alex De Oliveira e Roberto Camargos
Tratamento de áudio: Lucas Vidal
Cor: Yuji Kodato
Arte gráfica: Carlos Gabriel

29-07-17 (SÁBADO) – 19h
CONNEXION MUNICH
Documentário Hibrido (2012) / Duração: 11’00”
*Esse filme foi exibido dentro da programação do Curta Doc. - Sesc TV
Sinopse: Eu estava em conexão e voltava pra casa. Enquanto os outros esperavam o tempo passar, eu propiciava a passagem do tempo. Eu fazia um filme. Um filme sobre a distância. Um filme sobre a espera, sobre a incerteza. Um filme sobre o tempo.
Direção e Fotografia: Carlos Segundo
Música: Ran Kirlian
Produção: Cass Filmes

BORRA
Curta de Ficção (2015) / Duração: 20’00”
Sinopse: “Quem quer voar tem que tirar os pés do chão e, se preciso for, sujar as próprias mãos”.
Direção: Carlos Segundo
Elenco: Getúlio Gois; Letícia Teixeira; Ronan Vaz; Paulo Naves; Vilma Campos e Mateus Naves.
Produção executiva: Carlos Segundo e Daniela Aun
Dir. fotografia: Kátia Coelho e Naji Sidki
Dir. arte: Carol Ozzi
As. de direção: Cauê Pereira
Produção: Umberto Tavares; Nathalia Attux; Guimarães Lobo; Mariana Paula e Afonso Henrique.
Roteiro e Montagem: Carlos Segundo
Ass. Fotografia: Kleber Júnior e Gustavo Henrique
Colorista: Chiquinho
Áudio direto: Tulio Almeida
Design e mixagem de som: Rodrigo Ferrante
Trilha: Tatá Aeroplano// Peri Pane
Gaffer: Silvio Gonçalves
Maquinário: Thiago Crosara
Maquiagem: Fernanda Felice
Consultoria de roteiro: Di Moretti e Muryel de Zoppa

BALANÇA BRASIL
Documentário Hibrido (2017) / Duração: 25min
Sinopse: O porto, um descobrimento, dois corpos em movimento.
Direção: Carlos Segundo
Produção: O sopro do tempo
Fotografia: Roberto Chacur
Áudio direto: Cristiano Barbosa
Roteiro: Carlos Segundo e Cristiano Barbosa

AINDA SANGRO POR DENTRO
Curta de Ficção (2016) / Duração: 24’00”
* Indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
Sinopse: “Tem dor que dói no corpo que não tem olho que enxerga".
Direção e roteiro: Carlos Segundo
Elenco: Roberta Rangel; Juliana Nazar e Vinícius Ferreira
Produção: O sopro do tempo /// Aun filmes
Produção: Bertha Ruskaia
Produção Executiva: Carlos Segundo e Daniela Aun
Fotografia: Roberto Chacur
Direção de Arte: Nara Sbreebow
Ass. de direção: Cauê Pereira
Som direto: Nemer Castro
Maquiagem: Talita Guedes
Editor: Carlos Segundo
Pós-produção: DOT Cine – Ely Silva
Design de som: Rodrigo Ferrante

30-07-17 (DOMINGO) – 16h
REMELA, UM SUPER HERÓI DE MEIA TIGELA
Comédia infantil (2016) / Duração: 35’00”
Sinopse: Numa pequena cidade chamada ‘Esquina do Fim do Mundo’ mora o tímido carteiro e fã de histórias em quadrinhos, Juraci. Acordado, ele sonha em conquistar seu grande amor, a irreverente Lili. Quando dorme, um segredo é revelado: Juraci é sonâmbulo e por esse motivo assume a identidade de um super-herói. Com superpoderes e seu pijama, ele terá que enfrentar um vilão que planeja se vingar da cidade. Entra em ação: Remela, um super-herói de meia tigela.
Direção: Deivid Osborges e Pácis Junior
Roteiro: Deivid Osborges
Direção de produção: Bertha Ruskaia
Elenco: Deivid Osborges, Guilherme Almeida, Lilian Morais, Emilliano Freitas, Dedé Aires, Maria Inês Mendonça, Francisco Valente, Dagmar Talga, Katia Lou, Thiago Scalia, Rogerio Morgado, David Abdalla Filho, Nina Costa Rosa, Jader Silveira, Roberto Garcia Marques, Maurício Rabelo, Daniel F. Filho, Reylla Garcia, Mizael Santos, Lucas Rangel, Myrian Prado, Clayton Mota, Arthur Pereira Goulart, Aryadne Amâncio, Camila Delfino, Duda Costa, Luísa S. Arantes, Vanessa F. P. Garcia, Luísa Queiroz, Yam Tomé Martins, Artur de Oliveira Marques, Heitor de Oliveira Marques, Ianque Martins e Marcelo Brioto.
Produção: Thavanna Lima
Assistente de Produção: Mariana Parreira
Direção de Fotografia: Rafael Pavão e José Borges (Tikyn)
Direção de Montagem: Deivid Osborges
Montagem: Pácis Junior
Câmera: Rafael Pavão e José Borges (Tikyn)
Trilha Sonora Original: Gustavo Solis
Efeitos Digitais: Guilherme Lopes
Efeitos Visuais: Fauster Martins
Direção de Arte: Luana Oliveira

30-07-17 (DOMINGO) – 19h
 ÁGUA SUJA
Longa-metragem documental (2016) / Duração: 69’00”
Sinopse: Água Suja é um documentário sobre as peregrinações para as festividades de Nossa Senhora de Abadia. Anualmente, fieis de vários municípios de Minas Gerais vão à pequena cidade de Romaria para agradecer as graças recebidas e pedir por bênçãos em suas vidas. Nesse percurso, o filme constrói uma mescla entre sagrado e profano, solidariedade e indiferença, tradição e renovação e a força e o sofrimento dos romeiros.

Direção: Yuji Kodato
Câmeras: Ângelo Barcelos, Roberto Camargos, Yuji Kodato
Som Direto: Marcos Campos
Desenho de Som: Lucas Vidal, Yuji Kodato
Edição: Yuji Kodato
Assistente de produção: Maria Cecília Vidal, Rafael Teodoro, Vilmar Martins
Formato: Digital, cor. País de produção: Brasil

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Oleh

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