quinta-feira, 20 de abril de 2017

Proposta de aplicativo especialista inteligente para reconhecimento do inglês não nativo para brasileiros será apresentada no 6º Congresso Ibero-americano de Investigação Qualitativa na Espanha

Projeto é de autoria da pesquisadora do programa de Pós-graduação em Mídias, Educação e Comunicação da cidade de Uberlândia (MG) 
A pesquisadora, Iolanda Carneiro.
            Desenvolvido como parte do projeto de pesquisa do programa de Pós-graduação em Mídias, Educação e Comunicação da Universidade Federal de Uberlândia, da pesquisadora, Iolanda Carneiro, o artigo  “Globish e Cockney: uma proposta de aplicativo especialista inteligente na avaliação efetiva da comunicação full duplex através da língua inglesa entre nativos, não nativos e máquinas”  foi aceito para apresentação no 6º Congresso Ibero americano de Investigação Qualitativa, que acontecerá de 12 a 14 de julho, na cidade de Salamanca, Espanha.
O trabalho traz uma proposta inovadora no que diz respeito à avaliação da comunicação na língua inglesa entre nativos, não nativos e máquinas na efetivação do reconhecimento daquilo que se diz na língua inglesa. “A partir de experimentos realizados no Laboratório de Inteligência Natural e Artificial – LINA, da Universidade Federal de Uberlândia, juntamente com o Prof. Luciano Lima, foi possível a criação de um protótipo para a aferição do reconhecimento do Inglês, utilizando recursos de learning machines e deep learning existentes em nuvem, no Google, e acessados facilmente pela plataforma appInventor 2 suportada atualmente pelo MIT. Este protótipo desenvolvido faz o reconhecimento de voz que verifica o que foi dito em determinada língua”, explica a pesquisadora.
Para o Prof. Dr. Luciano Lima, orientador e apoiador da pesquisa,  no processo de avaliação entre humanos e dispositivos será fundamental a identificação do sotaque do humano.  “Essa identificação do sotaque pode ser feita através da identificação do IP, o Internet Protocol – o identificador de um dispositivo  da máquina, o qual indicará a região geográfica com precisão de onde o interlocutor humano está. Outra opção é evitar o reconhecimento automático e permitir que a pessoa, o humano, ajuste, decline a região de origem ou o sotaque que julga ter”, desta o professor.

A pesquisa traz questões importantes sobre o reconhecimento da língua inglesa pronunciada por não nativos brasileiros no que se refere à comunicação com máquinas e como as máquinas estão reconhecendo o que está sendo dito pelo não nativo para, assim, executar funções de comando na língua inglesa. 

Compartilhar

Postagens Relacionadas

Proposta de aplicativo especialista inteligente para reconhecimento do inglês não nativo para brasileiros será apresentada no 6º Congresso Ibero-americano de Investigação Qualitativa na Espanha
4/ 5
Oleh

Assine via e-mail

Adicionar o seu endereço de e-mail para subscrever .

Página inicial