quarta-feira, 26 de abril de 2017

Pesquisador da Universidade Federal de Uberlândia desenvolve capa protetora para diminuir o risco de câncer causado pelos celulares

O funcionamento da capa se baseia em criar uma contenção aos campos eletromagnéticos de alta frequência, reconhecidamente cancerígenos 
Com o surgimento dos celulares e a incorporação cada vez mais presente da tecnologia no dia a dia das pessoas fica cada vez mais evidente o aumento do uso de dispositivos móveis no mundo. Torres de telefone, antenas para transmissão Wifi estão em toda parte. E com tantas transmissões é natural que sujam questionamentos de como as ondas eletromagnéticas destes dispositivos podem afetar os seres humanos.
Cientistas afirmam que se compararmos a quantidade de radiação emitida hoje, a que se tinha em  1985, houve um aumento dessa emissão em 250 mil vezes
Em 2011, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia alertado sobre possíveis efeitos da radiação dos telefones móveis e o surgimento de cânceres. A pesquisa, feita por um grupo de 31 cientistas de 14 países, coloca essa radiação no mesmo nível de perigo que a emissão de gases vinda de automóveis, o chumbo e o clorofórmio, o "grupo 2-B", "possivelmente carcinogênico para humanos". Um assunto em que, antigamente era polêmico, hoje já é de reconhecimento de grande parte da população e  por profissionais da área da saúde.
Pensando nos possíveis danos à saúde humana, causados pela radiação emitida de celulares, o Engenheiro Prof. Dr. Luciano Vieira Lima, desenvolveu uma capa protetora de emissão desses raios. O funcionamento da capa protetora se baseia em criar uma contenção aos campos eletromagnéticos.  Luciano explica que como a capa é composta de aço com características específicas para bloquear os campos eletromagnéticos cancerígenos de alta frequência, bem como a radiação térmica também é mais bem dissipada, evitando danos à saúde, mesmo com o uso contínuo e prolongado do celular. “As furações na capa, com diâmetro e espaçamento adequado, em toda a superfície do produto, têm como objetivo evitar que os campos eletromagnéticos atinjam os usuários”, afirma o professor, acrescentando: “o produto consegue conter internamente à capa a radiação do campo eletromagnético emitido durante uma ligação telefônica e até mesmo em repouso. Nas pesquisas que realizei, ao utilizar o protetor, a radiação final que chega à pessoa é menor que 0,01% da emitida originalmente”, destaca.  Isto significa que durante o tempo normal de vida de uma pessoa, o celular não vai causar problemas à sua saúde dela.
Outro alerta do professor diz respeito à conscientização das pessoas em relação às torres com as antenas de celular. “Esse é um problema que precisa ser solucionado. Elas possuem potência de dezena e até mesmo centenas de vezes mais que um celular, e estão causando mal à saúde, bem como futuros cânceres nas pessoas que ficam próximas a elas, durante grande período de tempo, geralmente crianças e idosos”.
Luciano reforça que uma solução alternativa ao uso das torres (ERB - Estações Rádio Base ou Cell Site), seria a troca por HPAs - Plataformas de Alta Altitude, conforme descreve em seu último livro, Sistema de cálculo, análise e operação virtual: interferências de campos elétricos e magnéticos produzidas por estações de rádio base de acesso múltiplo por divisão de código em banda larga, publicado em 2016.  Segundo Luciano, a retirada e substituição destas torres é preocupação de vários países do mundo. Somente em Brasília, 31 destas torres (normalmente denominadas simplesmente por antenas) tinham que ser retiradas, por estarem perto de escolas e centros de saúde, segundo decisão recomendação dada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por entenderem que os equipamentos fazem mal à saúde”, explica. 
Mais informações podem ser obtidas no site www.radzero.com e www.radiacaozero.com.br .


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Oleh

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