segunda-feira, 20 de março de 2017

Tuberculose ainda é realidade e atinge mais os homens

tuberculose é uma doença infecciosa que muitos ainda associam ao passado. Entre o século XIX e XX, matou milhares de pessoas e após os avanços na área da saúde, começou a ficar menos em evidência. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, de 2003 a 2013, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu em 20,7%. Mas mesmo assim, a erradicação dessa doença ainda é um grande desafio para o país.
Um estudo da Universidade Estadual do Paraíba (UEPB) aponta que a maior parte da população tuberculosa é composta por homens. Isso acontece porque geralmente eles estão mais expostos aos riscos, tem uma dieta mais desequilibrada, bebem mais, vão menos ao médico e quando já estão doentes, tendem a abandonar o tratamento com mais facilidade.
Segundo a pneumologista do Hospital Santa Clara, Dra. Ana Alice Londero, a tuberculose é causada pelo Bacilo de Koch (BK), uma bactéria que pode ficar presa junto a pequenas gotículas de saliva, resultando na transmissão via área. “Geralmente essa doença é transmitida via inalação, seja por respiração, tosse ou espirro”, diz a médica. Ela ainda explica que normalmente, pessoas com baixa imunidade, que já tem alguma doença e alcoólatras são mais propensas a terem a tuberculose.
A pneumologista esclarece ainda que os principais sintomas da doença são a tosse, rápido emagrecimento, fraqueza e febre baixa. “O tratamento é feito nos postos de saúde e é feito à base de medicamentos, com a duração de seis meses”, afirma Ana Alice. Diante disso, é importante se atentar aos sinais da doença, principalmente quem frequenta lugares muito aglomerados diariamente, como grandes centros urbanos e transportes públicos.


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Oleh

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