domingo, 5 de julho de 2020

Dicas para cuidar dos cabelos em casa durante no inverno


A estação mais fria do ano é também a mais seca, a educadora técnica da Yamá Cosméticos ensina algumas técnicas para hidratar os fios em casa.

Com frio intenso e tempo seco, os cabelos precisam de cuidado especial durante o inverno. De acordo com a educadora técnica da Yamá Cosméticos, Marisa Russo, a falta de umidade no ar afeta muito os fios que ficam ainda mais secos, perdem o brilho e até a definição. Com os salões de beleza fechados durante a quarentena, a profissional compartilhou algumas dicas para manter as madeixas saudáveis e bonitas sem sair de casa.

Pode lavar o cabelo com água quente? - Com as baixas temperaturas, é natural tomar banhos mais quentes. Para quem não abre de lavar o cabelo com água quente, Marisa Russo explica que existem algumas técnicas para impedir que a temperatura danifique aos fios.
“Indico sempre fazer o último enxágue com água fria ou em temperatura ambiente. Isso ajuda muito, pois sela as cutículas e ativa o brilho.  A dica é usar uma caneca com água fria, colocar os cabelos para frente e jogar a água apenas na cabeça e não no corpo”, ensina.

Uso do secador de cabelo - Durante o inverno, os fios podem demorar ainda mais para secar naturalmente. Por isso, o secador de cabelo é uma ferramenta indispensável nos dias mais frios. Para amenizar os danos causados pelo secador, a indicação da profissional é o uso de protetor térmico com 3 gotinhas de óleo de Argan. Entre os produtos recomendados está o Protetor Térmico Yamá Nutreliss.

Cuidados na Quarentena - A profissional da Yamá Cosméticos lembra que o estresse ocasionado pelo isolamento pode causar alterações no metabolismo e, consequentemente, nos cabelos. Nestes casos, a indicação é buscar dermatologistas ou tricologistas. Já em casos de fios quimicamente danificados, está disponível o Complexo Antiemborrachamento Yamá que pode ser aplicado em casa e possui ação reconstrutora e condicionadora para madeixas muito danificadas.
No entanto, de maneira geral, a especialista recomenda hidratação com máscaras semanalmente e a umectação com óleos vegetais são ideais neste período. “Além disso, o ideal é lavar os cabelos três vezes na semana, sendo que apenas em uma das lavagens fazemos uso de máscara e nas demais, apenas shampoo e condicionador de acordo com o tipo de cabelo”, conta Marisa Russo.

Melhores óleos vegetais para os cabelos - A profissional ensina que os óleos vegetais são uma boa alternativa para acrescentar à rotina de cuidados com os fios especialmente durante o inverno. “Os óleos são uma excelente alternativa. Os mais indicados são de coco ou argan, o importante é ser óleo vegetal. Com o cabelo seco, espalhe o óleo pelo comprimento dos fios e deixe agir no mínimo por 1 hora. Recomendo o uso de touca de banho para potencializar a ação com o calor natural do couro cabeludo. Depois lave e enxague normalmente, usando shampoo e condicionador, se preferir, use também máscara de tratamento”, conta.
Existem no mercado versões que combinam diferentes tipos de óleos e que são igualmente recomendadas, como Óleo da Linha Yamasterol Cachos, que possui 12 óleos nutritivos combinados. Marisa Russo ainda comenta que para quem não tem tempo de fazer durante o dia, a opção é aplicar o óleo a noite e enxaguar na manhã seguinte. O importante é manter uma rotina de cuidados regulares em casa.




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Você vive um relacionamento abusivo?


Não é fácil definir um relacionamento abusivo, muito menos identificar se você é o abusador ou o abusado. Claro, algumas situações são óbvias, como por exemplo, quando a esposa apanha do marido, quando há uma violência explicita. Mas o relacionamento abusivo não se limita a surras e a danos físicos. O dano psicológico é até mais devastador do que o corpo machucado. Mulheres gostam de apanhar? A não ser em casos de masoquismo, a resposta é “não”. Então por que não se defendem? Por que não delatam o companheiro violento? Por que continuam com ele e ainda inventam desculpas para suas surras? Simples, porque antes de serem abusadas fisicamente, elas foram abusadas psiquicamente.
Antigamente, somente os homens trabalhavam. Eram eles que sustentavam a família. Eram eles que recebiam salário. Eram eles que detinham o poder dentro de casa. O marido mandava e a mulher obedecia. Simples assim. Em famílias mais machistas, o homem poderia trair a esposa, agredi-la física e verbalmente, inclusive diante de outras pessoas, controlar suas amizades, seus relacionamentos familiares, enfim, o homem era o dono e a mulher, a propriedade. A maioria aceitava o fato como se fosse uma lei. No entanto, mesmo aquelas que se revoltavam contra isso, eram obrigadas a aguentar, ou porque não tinham como se sustentar sozinhas, dependiam do marido para tudo, ou porque a família era contra a separação. O aspecto religioso também tinha muita influência na submissão da mulher. O homem era a cabeça, dizia a igreja, e a esposa tinha obrigação de obedecê-lo. Em algumas partes do mundo, até hoje isso é realidade.
Mas e quanto às mulheres que são independentes, livres da dominância masculina e religiosa? Por que não se rebelam contra o relacionamento abusivo? Por que continuam dia após dia ao lado do abusador? Por que inventam desculpas que protegem o homem que as espanca? 

Alguns esclarecimentos 
Para efeito desse artigo, usarei sempre o exemplo de um homem, como abusador, e sua companheira, como abusada. Mas antes de qualquer coisa, é preciso deixar alguns pontos bem claros. Nem todo abusador usa da violência física. A violência psicológica é mais poderosa e duradoura. Não deixa marcas e o dano pode ser irreversível.
- Nem sempre o abusador é o homem. Mulheres também podem ser, e muitas vezes são, abusivas.
- Qualquer relacionamento pode ser abusivo. Entre pessoas de sexos opostos ou não.
- Qualquer relacionamento pode ser abusivo, não apenas entre casais. Pode haver abuso entre amigos, entre pais e filhos, entre professores e alunos.
- Nem sempre o abusador sabe que está abusando e nem sempre o abusado percebe que está sendo dominado.
- O abusador não tem cara de vilão e o abuso começa aos poucos, discretamente, disfarçadamente. Normalmente ele é encantador, cativante e você não acredita na sorte que teve de encontrá-lo.
- Muitas vezes o abusador se torna abusador porque o abusado lhe confere muito poder. Nem sempre é fácil resistir ao poder.

Mas no que consiste o abuso?
- Como saber se você está em um relacionamento abusivo?
- Você começa a perder a voz. Sua voz não é mais ouvida, não tem mais valor.
- Você começa a perder os amigos. De repente, não há mais nenhum amigo em sua vida.
- Você começa a se afastar dos parentes. Frequenta cada vez menos os eventos, as festas, as reuniões sociais.
- Você muda a maneira de se vestir, você para de beber, não dá mais aquelas gargalhadas altas, não faz mais nada divertido.
- Você frequentemente se sente inadequada.
- Você frequentemente se sente indigna de amor.
- Você já não tem mais autoestima.
- A única pessoa que te ama verdadeiramente é aquela que está ao seu lado.
- Nada do que você faz está certo. Nada do que você faz tem valor.
- Você não serve para nada.
- Você se olha no espelho e não mais se reconhece.
- Quando é maltratada, você acha que mereceu, que a culpa foi sua.
- Você tem medo de perdê-lo, pois ninguém mais vai te querer.

A armadilha
Júlio é encantador. Não necessariamente bonito, mas charmoso. Desde o começo trata Amanda como se ela fosse uma joia rara e delicada. Ele lhe dá presentes lindos, leva a amada a diversos restaurantes, conquista toda a sua família e até os amigos dela incentivam o namoro.
Ele pede que Amanda vá morar com ele e ela prontamente aceita.
Um dia, vão sair para jantar e ele diz, com todo o cuidado, que a roupa dela está muito decotada. Mulher de respeito não usa roupas daquele jeito. O que vão pensar dela? Se ela quiser sair assim mesmo, tudo bem, ele só está zelando por sua imagem. A mulher gosta de sua roupa, mas talvez ele tenha razão. E não custa nada agradá-lo, só dessa vez.
Mas aos poucos, ela começa a usar, cada vez mais, roupas mais sérias e sóbrias. Afinal, não quer que ninguém pense mal dela e seu companheiro só está tentando protegê-la.
Eles vão a uma festa na casa de alguns amigos e na volta ele fica amuado. Quando ela insiste em saber o que aconteceu, Júlio lhe diz que seus amigos são falsos e não gostam dela de verdade. Com exceção do Rafael que está dando em cima dela e só ela não percebe.
A mulher não acredita, mas quando saem com seus amigos novamente, ela começa a procurar sinais em todos eles. Aos poucos, vai se afastando dos homens e restringe sua amizade só às mulheres.
Mas as mulheres também não prestam. A Luciana tem inveja dela e a Raquel está sempre se insinuando para ele. Assim, Amanda começa a evitar suas amigas. Com o tempo, os convites ficam mais escassos e logo a mulher não tem mais com quem sair, a não ser os amigos de Júlio, de quem ela não gosta muito.
O homem também começa a implicar com a família de Amanda. Nada muito óbvio, nenhum insulto claro. Apenas algumas alusões à fatos que ele percebeu: sua família nunca a amou de verdade. O preferido sempre foi seu irmão. Seu pai, obviamente não gosta dele e faz com que ele se sinta um intruso na família.
Aos poucos, Amanda começa a se afastar também da família. Não tem problema, ela está com Júlio, o único que a ama de verdade.
Então, ele começa a fragilizar a confiança da mulher. Ela está engordando. Em tom jocoso, começa a chamá-la de bolota. Seus cabelos estão muito compridos. Seus cabelos estão muito curtos. Ela não vai envelhecer muito bem. Ela está com aparência de doente. Ainda bem que ele não liga para as aparências. Mas ela podia se esforçar um pouquinho mais.
Júlio sempre caçoa de Amanda, chamando-a de burrinha. Tudo o que ela diz, é bobagem. Ela não sabe de nada. Tão tapadinha, coitada.
Ele vai minando as forças da mulher em todas as áreas. Quando ela fica zangada ou ofendida, no dia seguinte ele lhe dá uma dúzia de rosas.
Em um dia, ele lhe agrada. No dia seguinte, ele a despreza.
Amanda passa a viver em uma montanha russa de emoções. Quando acha que não vai suportar mais suas grosserias, Júlio a surpreende com algum presente ou a leva para jantar em seu restaurante favorito. Ele a eleva um pouquinho, para em seguida deixá-la cair de cabeça.
Ninguém jamais vai te amar como eu te amo. Você é burra mesmo. Nossa, você está cada dia mais feia. Quem vai olhar para você? Seu gosto para roupas é muito cafona. Deixa que eu escolho o que você vai vestir. Você não percebe que todo mundo caçoa de você. Fala menos que é melhor. Não sei o que vi em você. Mas não se preocupe, estarei sempre ao seu lado.
A autoestima de Amanda nunca esteve tão baixa. Uma mulher linda, inteligente, independente. Competente em seu trabalho. Respeitada pelos colegas. Mas quando ela se olha no espelho, tudo o que ela vê é uma mulher gorda, acabada, velha, burra, desprezada, um zero à esquerda. Ela não tem mais valor. Ela não tem mais opinião própria. Era viva, alegre, sorridente. Agora mal sorri. Mas Amanda não conta nada a ninguém. Não quer que julguem seu companheiro. Afinal, ele é muito bom para ela. Se às vezes ele a magoa é porque só quer o seu bem. Ele a ama.
Depois de um tempo nesse relacionamento tóxico, Amanda já se acostumou a ser maltratada. Os insultos ficam cada vez piores. As gentilezas cessam. A sutileza some. Uma vez, a comida está sem sal. Ele joga o prato que se espatifa no chão. Furioso ele manda a esposa limpar aquela sujeira. Amanda se recusa. Está magoada e assustada. Júlio, então lhe dá um tapa na cara. Mais tarde, ele vai procurá-la no quarto e diz que ela o força a fazer essas coisas. Ele não quer, mas ela precisa aprender. Amanda, já com seu psicológico completamente fragilizado, passa a acreditar que realmente tudo é culpa dela.
Um dia a mulher chega ao trabalho com o olho roxo. Os colegas perguntam o que aconteceu e ela responde que caiu e bateu o rosto no móvel da sala.
Outro dia ela liga para o trabalho alegando que está doente. Mas quando ela volta a trabalhar, as marcas em seus braços ainda são visíveis.
A violência física e verbal vai se tornando cada vez pior. Amanda pensa constantemente em se separar, mas e se nunca mais alguém gostar dela? Ela é muito amada, tem certeza disso. Quem mais a amaria? Quem mais cuidaria dela como Júlio cuida? Ela não vale nada. Ela é feia, gorda, burra, incompetente. Quem mais ficaria ao lado dela?
E assim acontece com muitas mulheres, nesse mundo moderno, ainda nos dias de hoje. Não há, necessariamente violência física. Nem todos os relacionamentos abusivos chegam até esse ponto. Mas certamente há violência psicológica. E essa é a chave de tudo.

Como então, se proteger?
Você pensa: ah, isso jamais aconteceria comigo. Será? Imagine uma torneira pingando uma gota de água incessantemente. No começo, você não presta atenção. Depois, começa a ficar levemente irritado. Depois acha que vai enlouquecer. Mas as primeiras gotas, você nem percebe. É muito fácil se deixar influenciar sem perceber. Depois de ser bombardeado com determinada informação, o cérebro passa a acreditar naquilo que está ouvindo constantemente. E quem manda é o nosso cérebro.
Lembre-se, nem sempre percebemos essa lavagem cerebral. Precisamos estar constantemente atentos. Isso é possível? Se estivermos sozinhos, será muito difícil. A armadilha é sutil. Nenhum homem maltrata uma mulher logo que a conhece. Primeiro ele a conquista. Depois ele vai minando sua confiança pouco a pouco. As mulheres abusadas não são burras, não gostam de apanhar, não são carentes, não escolheram ser abusadas.
Então não tem saída? Sim, tem. Nunca se isole. Converse sempre com alguém de sua confiança. Você precisa ter pelo menos alguém na sua vida com quem possa conversar sobre tudo, nem que seja um terapeuta. Alguém que não vai julgar, não vai condenar, e vai mostrar uma perspectiva que você não está enxergando. Uma pessoa que possa devolver a sua voz.

Lucia Moyses é psicóloga, neuropsicóloga e escritora (www.luciamoyses.com.br
Natural de São Paulo, Lucia teve sua primeira formação em análise de sistemas pela FATEC (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo), complementando os seus estudos com curso de pós-graduação na UNICAMP (Universidade de Campinas). Atuou nessa área por mais de 20 anos e foi convidada para ser coautora em uma obra da IBM, em sua sede nos Estados Unidos. Administrou cursos e palestras, inclusive para pessoas com necessidades especiais.
A partir desta experiência, a escritora se interessou pela área de humanas. Foi então que decidiu seguir a carreira de Psicóloga, concluindo o bacharelado na FMU (Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas) e, logo depois, se especializando em Neuropsicologia e Reabilitação Cognitiva pelo (INESP) - Instituto Nacional de Ensino Superior e Pesquisa.
Em 2013, a autora lançou seu primeiro livro “Você Me Conhece?” e dois anos depois o livro “E Viveram Felizes Para Sempre”, ambos com um enfoque em relacionamentos humanos e psicologia.
Três anos após a especialização em Neuropsicologia, Lucia lançou os três primeiros livros: “Por Todo Infinito”, “Só por Cima do Meu Cadáver” e “Uma Dose Fatal”, da coleção DeZequilíbrios. Composta por dez livros independentes entre si, a coleção explora a mente humana e os relacionamentos pessoais. Cada volume conta um drama diferente, envolvendo um distúrbio psiquiátrico, tendo como elo o entrelaçamento da vida da personagem principal.
Em 2018, a psicóloga lançou mais três livros: “A Mulher do Vestido Azul”, “Não Me Toque” e “Um Copo de Veneno”, totalizando seis livros da coleção. Em 2020, Lucia, lança o livro "A Outra". 
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Meditação no isolamento pode amenizar ansiedade


Incluir a prática na rotina estimula a tranquilidade e a paciência.             

A covid-19 trouxe inúmeras mudanças desde que chegou ao Brasil. Houve crescimento no desemprego, crianças e adolescentes seguem sem aulas presenciais, modelos de trabalho como o home office tem sido adotados pelas empresas e há um vírus circulando pelo país, fazendo com que as pessoas fiquem mais dentro de casa. Com esse cenário de incertezas, os casos de ansiedade aumentaram, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença, que afeta 18 milhões de brasileiros, pode ser minimizada com a prática da meditação e por meio de outras terapias.
“Um tema que ainda tem muito tabu, porque acredita-se que precisa estar vinculado a uma religião ou em uma posição muito complexa. Mas não, meditação é quando você aprende a aquietar a sua mente. É quando percebe que a vida está cursando em você através, simplesmente, do respirar”, comenta Junior Moura, astrólogo com mais de 20 anos de experiência. O profissional explica que focar na respiração abre espaço e expande esse contato com a meditação, pois traz atenção no momento presente, sem se prender ao passado e futuro, que levam à ansiedade.
Para os iniciantes, simplesmente sentar, fechar os olhos e silenciar a mente pode causar estranheza ou dificuldades em um primeiro momento, no entanto, com o tempo se torna mais fluído. Vale ressaltar que no início, dedicar apenas cinco minutos fazem com que o corpo e a mente comecem a integrar a nova prática. Também existem as meditações guiadas, disponíveis em aplicativos ou em canais do YouTube, que auxiliam os novos praticantes entrarem no estado meditativo. Além de amenizar os sinais da ansiedade e do estresse, meditar promove calma, concentração, paciência e bem-estar, e aumenta a produção de hormônios como a endorfina.
“Em um momento como esse, de tanta ansiedade e medo, encontrar mais equilíbrio é importante e eu acredito que a meditação pode ajudar. Encontre um momento do seu dia em que tenha bastante tranquilidade, sente na posição que se sentir confortável e traga a atenção para o seu respirar”, sugere Moura. O astrólogo explica que não necessariamente precisa estar em posições complexas para meditar, pode ser usado cadeiras, almofadas, tapetes e colchonetes, encontrando a postura ideal para cada um – o é recomendado manter a coluna ereta.
A ideia é que o praticante encontre um jeito pessoal de entrar em contato com o seu interior, amenizando os ruídos de fora e se presenteando com esse momento de introspecção e silêncio. “É bem interessante porque a sua mente sai do ambiente externo, sai também lá da frente e lá de trás, trazendo bastante presença, que é tão importante no momento que estamos vivendo. Encontre a sua forma de meditar, traga esse hábito para a sua vida que pode ser transformador e luminoso”, finaliza.

Sobre Junior Moura                        
Junior Moura é astrólogo e alquimista com mais de 20 anos de experiência na área da espiritualidade. Realiza atendimentos presenciais e a distância em todo o mundo auxiliando diversas pessoas a descobrirem a própria consciência luminosa através da astrologia, numerologia, radiestesia, tarot, reiki e alquimia. Considera-se um profissional universalista, aplicando diversas filosofias em seu trabalho.

Sobre a Consciência Lumynosa
Movimento idealizado e criado pelo terapeuta holístico Junior Moura, a Consciência Lumynosa tem o objetivo de despertar a consciência interior através de textos, mensagens e vídeos que se baseiam em fundamentos da astrologia, numerologia, alquimia, tarot, entre outros recursos holísticos.



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sábado, 4 de julho de 2020

Home office: Solução ou Castigo?


Para muitos, a adoção do home office foi a solução mas, algumas pessoas não querem nunca mais trabalhar neste modelo.
O Brasil se encontra a mais de 90 dias em isolamento social proposto, os comércios fecharam e as empresas tiveram que se adequar ao momento e adotar o home office.
Para que este seja realizado com excelência, é necessário disciplina, organização e preparo também.
Madalena Feliciano, Gestora de carreira, apresenta, “Existem algumas dificuldades na execução do home office, para nós que somos mães por exemplo, é complicado cuidar dos pequenos e gerenciar o negócio em casa”.
Fora isso, estando em ambiente domiciliar, várias distrações podem surgir, os animais domésticos também pedem atenção, as notificações das redes sociais estão sempre chegando. Nestes momentos é indicado que o profissional faça pequenos intervalos, mas sem se dispersar do trabalho.
É importante que o colaborador se organize, pelo menos, um dia antes, coloque no papel todas atividades e, se possível, quanto tempo irá desprender para realizar cada uma delas.
Então, “Comece com os trabalhos que considera mais chatos, assim você consegue ficar mais tranquilo no final do expediente e não sair arrancando os cabelos”.
Muitos, gostaram da adoção do home office, assim não precisam acordar horas antes, pegar o transporte público, se preocupar tanto com a alimentação, e conseguem passar mais tempo com a família, outros nem tanto, estão enfrentando dificuldades nesta modalidade. Para aqueles que acreditam ser um castigo, o negócio é se preparar melhor, mudar forma de pensar, sentir e agir; afinal muitas empresas irão aderir o home office mesmo pós-pandemia.
Segundo a gestora, o maior problema ainda é a procrastinação, “Procrastinar já acontecia no trabalho tradicional, agora em casa o risco é maior” – Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, portanto ter Foco e Planejamento é fundamental, caso contrário corre se o risco de deixar para amanhã e assim vai...
Mudar o mindset e criar uma rotina de trabalho que seja confortável, elaborada e bem executada, contando sempre com o apoio de todos da equipe, depende somente do profissional, portanto ajuste-se!
Com algumas dicas a Gestora acredita que certamente o profissional será muito mais produtivo:
Vista se corretamente – Não é porque você está em casa que deverá relaxar com o seu visual
Converse com as pessoas que moram com você – Faça acordos, afinal o combinado não é caro
Monte o seu “cantinho’” de trabalho – Deverá ser confortável, organizado e com tudo que você precisa, afinal passará grande parte do seu dia nele
Faça seu check list diário – Extremamente necessário para sua organização e cumprimento de metas, tenha horário para iniciar e terminar o expediente
Converse sempre com seu gestor e equipe – Seja proativo, a comunicação é fundamental neste período
Fique longe das distrações – Redes Sociais, televisão, whatsapp, é importante ter pausas, mas avalie seu comportamento e seja sincero com você mesmo
Entenda as novas tecnologias – Use e abuse das novas tecnologias e plataformas, porém teste sempre antes para não “pagar mico” quando precisar
Madalena finaliza, “Em todas as situações da vida podemos tirar um ensinamento, o home office veio para ficar, e cabe a nós nos adaptarmos para toda essa inovação”.

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Saudades do Poeta


Nos 40 anos sem Vinicius de Moraes, Kiko Continentino e Lucynha Lima revisitam sua obra em três shows online.
O amor e a saudade são ingredientes presentes em boa parte das criações de Vinicius de Moraes, que deixou a vida e fincou bandeira na eternidade no dia 9 de julho de 1980, com uma obra riquíssima, cativante e transformadora. Na semana em que se completa 40 anos sem o “poetinha”, o pianista Kiko Continentino, do lendário grupo Azymuth e da banda de Milton Nascimento há mais de 20 anos, e a cantora e educadora Lucynha Lima apresentam o projeto "Saudades do Poeta", com três shows online ao vivo em homenagem a esse grande nome da arte e da cultura brasileira, nos dias 6, 9 e 11 de julho, sempre às 19h, via Facebook e Instagram.
Kiko e Lucynha interpretam um apanhado das composições do poeta com alguns dos seus parceiros mais ilustres, retratando assim as suas diferentes fases. “Vinicius foi peça fundamental em importantes momentos de nossa música e teve sua vida marcada por grandes transformações”, destaca Continentino.A sua obra é uma narrativa completa e perfeita de um importante recorte da cultura popular brasileira – ressalta Lucynha.
O projeto conta com o apoio de nomes de peso da música que conviveram com o poeta, como Roberto Menescal, Carlos Lyra e Marcos Valle.
A programação se inicia na segunda-feira (6/7) com Vinicius Jazz, no qual Kiko Continentino improvisa no piano temas do homenageado, fazendo uma releitura jazzística de sua obra. Na quinta-feira (9/7), Lucynha canta Vinicius: a cantora interpreta algumas das parcerias do poeta com Tom Jobim, Carlos Lyra, Edu Lobo e Baden Powell, acompanhada por Kiko Continentino. E no sábado (11/7), encerrando a programação, a dupla apresenta Vinicius para crianças, show voltado ao público infantil, com algumas das canções do álbum “A Arca de Noé” (1980), feito em parceria com Toquinho, entre outras parcerias. Os artistas sugerem ao público a contribuição de ingresso solidário, no valor ao alcance de cada um, por meio da plataforma de financiamento coletivo em www.catarse.me/saudadesdopoeta.
Uma semana para relembrar e celebrar a vida do poeta que tanto contribuiu para que a música brasileira fosse ouvida nos quatro cantos do mundo. Para assistir às apresentações, acesse:  www.instagram.com/kikocontinentino ou www.facebook.com/kiko.continentino

Sobre os artistas:
Kiko Continentino é pianista, tecladista, compositor, arranjador e produtor musical brasileiro. Com 8 álbuns autorais lançados, faz parte do renomado Azymuth desde 2015 e vem atuando ao lado de Milton Nascimento, com quem gravou diversos CDs e DVDs, participando de projetos dos mais relevantes para a cena mundial, contribuindo também com arranjos e parcerias. Tocou em todos os cantos do mundo, do prestigiado Carnegie Hall em NY ao Festival de Montreux na Suíça, dividindo palco e estúdio com alguns dos maiores nomes da MPB, jazz e da pop music, como Djavan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Marcos Valle, Edu Lobo, Chico Buarque, Toninho Horta, Leny Andrade, Emílio Santiago, Ivan Lins, Elza Soares, Tim Ries (dos Rolling Stones), Hélio Delmiro, Nivaldo Ornelas, Mauro Senise, Paulo Russo, Didier Lockwood, Wayne Shorter, Dave Liebman, Ron Carter, Billy Cobham, Eumir Deodato, Os Cariocas, Claudio Zoli, Ivete Sangalo, Erasmo Carlos, Lô Borges, Arthur Maia, Fernanda Abreu, Seu Jorge, Criolo, Zélia Duncan, entre muitos outros artistas excepcionais. Seu nome é citado na obra de escritores e críticos como Ruy Castro, José Domingos Raffaelli, Luiz Orlando Carneiro, Carlos Calado, Roberto Muggiatti, Chico Amaral, Arlindo Coutinho, Willie Woopper (Japão), Mark Houlston e Brian Zorak (EUA), entre muitos outros. Hoje, além de seguir na estrada com a banda Azymuth e, eventualmente, com Milton Nascimento, dirige projetos próprios, como o “Chansong – A música de Tom Jobim e Michel Legrand”, com participação e bênção de Paulo Jobim, filho do maestro soberano.

Lucynha Lima é cantora, educadora musical, preparadora vocal e regente de coral. Especialista em canto popular, há anos vem atuando em projetos ligados ao choro, samba, bossa e jazz. Seu primeiro álbum, “Lucynha Lima & Sambar é Bom”, contém onze faixas com canções autorais misturadas às canções do projeto “Sambar é Bom – conta a história do samba”, em parceria com Kiko Continentino. Em maio de 2015, recebeu a Moção de Honra, no Prêmio “Carioquice Feminina” dos 450 Anos do Rio, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, pelos trabalhos como cantora e educadora musical. Ao longo de sua trajetória, participou de importantes projetos como “Caravana Vinícius de Moraes”“Kiko Continentino Canções”, o “Show APAExone-se” e seu espetáculo Solo no Teatro Municipal de Niterói em 2015, para citar alguns, o que lhe colocou ao lado de grandes nomes da música como Jane Duboc, Maurício Maestro, Laudir de Oliveira, Altay Veloso, Simone Guimarães, Arthur Maia, Leo Gandelman e Filó Machado, entre outros. Estrelou no show “Lucynha canta Caymmi”, acompanhada por Chiquito Braga, e mais recentemente, no espetáculo “Chansong”, em parceria com os artistas Kiko Continentino, Valerie Lu e Marcello Ferreira, que teve sua estreia em março de 2019, rodando por vários palcos brasileiros.


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Confira dicas para melhorar o temperamento em dias ruins


O youtuber e produtor de conteúdo Brancoala oferece algumas recomendações para que os momentos de tristeza sejam menos impactantes.

Todas as pessoas já enfrentaram algum dia em que as coisas simplesmente não estavam boas. Com a quarentena e o distanciamento social, esse sentimento pode ser ainda mais intenso, gerando desconforto e chateação. Além disso, pequenas situações do cotidiano também influenciam na maneira como as pessoas se comportam, então até mesmo ler ou assistir o noticiário pode ser responsável por alguma tristeza.
Nesse momento, é fundamental separar algum tempo para si mesmo, desenvolver hábitos e fazer atividades que gerem satisfação e menos ansiedade com toda essa situação. Para isso, o Youtuber Brancoala e a sua família recomendam diversas ações que podem melhorar o aspecto desses dias. “Com as crianças é ainda mais difícil ficar parado ou ser introspectivo nessas horas, mas isso existe e tentamos lidar da maneira correta, fazendo coisas que melhorem a situação ou amenizem esses sentimentos”, relata o produtor de conteúdo.
A maior parte dessas atividades é simples de fazer e não requerem muito esforço, mas é necessário força de vontade para sair de um estado de tristeza profunda para criar uma outra realidade. Confira algumas dicas de Brancoala:

Afaste-se do que não está te fazendo bem: existem alguns hábitos que podem prejudicar a sua saúde mental, desde ler notícias até conversar com alguém que não faz bem ter por perto. Quando percebidos, o ideal é que esses costumes sejam cortados para evitar maiores desgastes.
Para o youtuber, ainda que não seja possível se afastar totalmente, criar uma distância ou pausa nesse hábito pode ajudar nesse processo. “Dessa forma, ao invés de permitir que o mal estar seja corriqueiro, conseguimos criar espaço para outros sentimentos”, explica.

Seja vulnerável: não há problema nessa sensação e muitas vezes é importante se ouvir e até mesmo desabafar ou procurar ajuda. Além disso, é essencial ter em mente que uma pessoa forte não é uma pessoa sem emoções.

Faça coisas que te façam sentir bem: muitas vezes, no cotidiano e especialmente devido a esse período algumas pessoas podem deixar de lado práticas que antes eram algo divertido, desde dar uma volta pelo quarteirão, a cozinhar ou comer algo que gosta. Nesses momentos, é fundamental se colocar em uma posição confortável, então realizar essas atividades pode ser primordial para se sentir mais feliz.
Uma boa maneira de fazer isso é também buscar por exercícios físicos que se encaixem no dia a dia e no gosto pessoal, afinal eles liberam endorfina, o hormônio que é responsável por deixar as pessoas mais felizes.

Tenha um momento de autocuidado: cuidar de si mesmo é essencial mesmo quando não há qualquer sentimento envolvido, pois age como uma manutenção do corpo e da mente.
“É bem possível que durante o dia a dia e até na quarentena, quando parece que há tempo de sobra, não haja um momento para cuidar da própria cabeça. Mas é fundamental se lembrar que só é possível equilibrar o que há ao redor quando está tudo bem por dentro”, finaliza Branco. 

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

GOL passa a operar 250 voos em sua malha aérea de julho


Companhia volta a atender 100 mercados nacionais com ampliação significativa das operações. Os aeroportos de Guarulhos, Galeão e Brasília ganham reforços de conectividade para todo o País, enquanto 14 novas bases regionais são reativadas.

Em resposta ao crescimento da demanda por voos no País e à necessidade de atender cidades que dependem do recebimento de cargas de emergência durante a crise do coronavírus, a GOL Linhas Aéreas, maior Companhia aérea doméstica nacional, com quase 20 anos de história, anuncia a ampliação de sua malha aérea para julho. Serão 250 voos diários que atenderão 100 diferentes mercados brasileiros, um reforço no poder de conectividade da nova malha, que entra em vigor no dia 1.º e segue até o fim deste mês.
Em comparação com junho, cuja malha aérea contempla 100 voos diários, a de julho, contará com 250 operações, representando um aumento de 150% nas decolagens da GOL – um índice ainda tímido frente à potencialidade da Companhia, hoje atuando com apenas 30% de sua capacidade.
“O transporte aéreo é um serviço essencial para o País, principalmente em um momento como o atual. Na GOL, a demanda dos Clientes é parte da importante decisão de oferecer o serviço de uma rota, sempre levando em conta as medidas de Segurança, em conformidade com os órgãos competentes tanto no Brasil como no Exterior”, afirma Celso Ferrer, vice presidentes de Operações da GOL.
Se em junho os aeroportos de Brasília (BSB), Galeão (GIG), no Rio de Janeiro, e Guarulhos (GRU), em São Paulo, já obtiveram mais destaque, em julho, serão fortalecidos com ainda mais rotas. Brasília volta a ser um dos hubs da Companhia, passando a se comunicar com 14 novos mercados (11 operados pela GOL e 3 pela companhia parceira VOEPASS), entre eles, Florianópolis (FLN), Vitória (VIX) e Campo Grande (CGR), oferecendo aos brasilienses maior comodidade no deslocamento para capitais nacionais. Ressalta-se que 6 dos 11 mercados são exclusivos da Companhia na Capital Federal: Aracaju (AJU), Goiânia (GYN), Florianópolis, Maceió (MCZ), Natal (NAT) e Vitória.
Ainda sobre Brasília, o aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek passa a receber mais voos provenientes de capitais da região Norte: Palmas (PMW), Boa Vista (BVB), Rio Branco (RBR), Porto Velho (PVH), Belém (BEL), Manaus (MAO) e Macapá (MCP) terão até 6 voos semanais, garantindo rápidas conexões dessas capitais às principais cidades das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
No Nordeste, a Companhia retoma as importantes ligações locais e para grandes destinos no Sudeste e Norte. Exemplo disso são os voos diretos de Salvador para Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro/Santos Dumont, além de inaugurar serviços para Viracopos (Campinas) e Vitória da Conquista da capital baiana. Já em Fortaleza, voltam as operações da empresa para Belém, Manaus, Teresina, São Luís e Santarém.
Destacando sua posição nos mercados regionais, 14 bases da Companhia serão retomadas em julho. Oito delas, executadas pela GOL: Sinop (OPS), no Mato Grosso, Vitória da Conquista (VDC), na Bahia, Passo Fundo (PFB), no Rio Grande do Sul, Joinville (JOI), em Santa Catarina, Cascavel (CAC), no Paraná, Uberlândia (UDI), em Minas Gerais, Santarém (STM), no Pará, e Viracopos (VCP), em Campinas (SP). A partir de Viracopos, por exemplo, os Clientes poderão seguir rumo a Brasília, Salvador e ao Rio de Janeiro/Galeão.
Ainda no contexto regional, a VOEPASS, em acordo com GOL, realizará voos para 6 destinos: Barreiras (BRA), na Bahia, Araguaína (AUX), no Tocantins, e São José do Rio Preto (SJP), em São Paulo, que se conectam com a Capital Federal, ao passo que Dourados (DOU), no Mato Grosso do Sul, Rio Verde (RVD), em Goiás, e Araçatuba (ARU), em São Paulo, se ligarão a Guarulhos.
O Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU) é, portanto, contemplado com reforço da oferta de voos para os destinos já citados, e ainda outros, como Foz do Iguaçu (IGU), Navegantes (NVT), Porto Alegre (POA), Cuiabá (CGB), Goiânia, Campo Grande, Belém (BEL), além de capitais do Nordeste. O aeroporto de Congonhas se mantém com os seguintes destinos: Rio de Janeiro/Santos Dumont (SDU), Belo Horizonte (CNF), Brasília, Porto Alegre, Salvador (SSA) e Recife (REC).
A retomada das decolagens do Santos Dumont para Guarulhos e Salvador (assim como novos horários para Brasília e Porto Alegre) e o incremento das rotas no aeroporto internacional do Galeão para diferentes cidades brasileiras são os highlights de julho no Rio de Janeiro. São elas: Curitiba (CWB), Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza, assim como a volta dos voos para Foz do Iguaçu, Navegantes, Manaus e Viracopos. Dessa forma, a GOL reforça sua completa liderança na capital fluminense.
Os bilhetes para o mês de julho estão disponíveis e podem ser adquiridos no site www.voegol.com.br, no aplicativo da Companhia, nas lojas GOL nos aeroportos, pelo telefone da Central de Relacionamento, 0300 115 2121, e nas agências de viagem. Para ter acesso a todos os destinos, dias e horários que compõem a malha aérea de julho da GOL, clique em: https://www.voegol.com.br/pt/informacoes/voos-gol

Parceria Air France-KLM
O Grupo Air France-KLM, parceiro da GOL desde fevereiro de 2014, seguirá expandindo a sua presença no Brasil em julho e agosto. A partir de 6 de julho, as companhias combinam 18 voos por semana para São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), uma operação líder entre o Brasil e a Europa. Essa programação de voos segue até pelo menos o fim de agosto, e representa 41% do que o Grupo costumava voar semanalmente para o Brasil, e três vezes mais do que o Grupo anunciou em 23 de março, quando mesmo no início da crise, voava seis vezes por semana para o País. Mundialmente, as companhias aumentarão a oferta – em julho e agosto, a aérea francesa chegará a 150 destinos, enquanto a KLM chegará em 73.

Medidas de Segurança
A GOL, neste período de pandemia, tem como objetivo maior que todos a bordo tenham uma experiência segura e agradável no espaço compartilhado que caracteriza uma aeronave.
Todos os procedimentos regulares foram reforçados, além dos já rígidos padrões de sanitização da aviação civil estabelecidos pelos órgãos responsáveis, alinhados com as recomendações da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), Organização Mundial da Saúde (OMS), Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Além disso, o padrão de Segurança operacional da GOL reconhecido mundialmente pela certificação IOSA (IATA Operational Safety Audity). O programa de auditoria internacional é responsável por avaliar e mensurar os sistemas de gerenciamento e de controle operacional das companhias aéreas.
Primeira Companhia a solicitar o uso de máscaras por todos os Clientes nos voos em operação (desde 10/5), a GOL tem como base para essa medida as informações científicas mais recentes e as recomendações de diversos órgãos públicos pelo Brasil e pelo mundo. A obrigação do uso das máscaras passou a ser uma questão de segurança coletiva, mais do que uma decisão individual.
Também foram implementadas avançadas medidas adicionais de limpeza e higienização dos aviões durante as paradas em solo e pernoites, com atenção redobrada aos assentos e os braços das poltronas, cintos de segurança, bandejas, piso e paredes.
Foi aprimorado o processo de limpeza noturna com o uso de um desinfetante de grau hospitalar para as galerias de serviço e todas as áreas de uso interno na cabine, incluindo a dos pilotos. Luvas e máscaras já vinham sendo distribuídas aos Colaboradores de ar e solo, além de a Companhia deixar à disposição álcool em gel para todos.
As aeronaves da GOL são equipadas com um sistema de filtro de ar HEPA, que captura de 99,9% de partículas microscópicas, como bactérias e vírus, ao promover a renovação do ar do avião a cada 3 minutos, permitindo a circulação de um ar sempre mais puro.
Desde início de junho, a Companhia vem retomando, gradualmente, o serviço de bordo, com snacks (entregues no desembarque) e água sob demanda ao longo de todo o voo. Tudo devidamente higienizado, garantindo a Segurança de todos.
Lembramos ainda que o serviço de entretenimento a bordo é acessado por aplicativo no próprio aparelho celular do Cliente, o que reforça o cuidado com os procedimentos de saúde.
Medidas extraordinárias de atendimento foram adotadas a favor dos Clientes e dos Colaboradores, como técnicas de distanciamento social; desligamento de totens e uso de adesivos para demarcar a distância mínima durante o processo de embarque e também a bordo; e o fechamento da sala vip dos aeroportos.
 As novas medidas de Segurança nos aeroportos aumentam também o tempo de deslocamento interno. Com isso, a GOL solicita aos Clientes que façam o check-in online/via aplicativo, que estará liberado (a partir de 1.º de julho) com 48 horas de antecedência (até o limite de 1 hora) antes do voo. Se mesmo assim precisar ir ao balcão, inclusive para despachar mala, antecipamos a liberação ao passageiro para 3 horas antes do embarque, encerrando o processo 1 hora antes da abertura do portão.
 A Companhia lançou o Fast Check-in, onde o Cliente pode escanear um QR Code pelo seu próprio telefone celular e, com isso, ter acesso ao seu cartão de embarque. A Segurança com cada um que viaja, interage e trabalha na GOL está sempre em constante evolução e atenção. Ela sempre foi essencial e agora, mais do que nunca, exige atenção especial. E a Companhia reforça seu compromisso com o Cliente: https://youtu.be/2nowM5-rOBk

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